Rasgo a pele em metal porque te sinto em nós imensos. Fractais estranhos frente ao corpo parco de imensidões. Tenho a ti como morada, estrada minha, estranho ninho de ilusões desencontradas. Estrados daquela cama em que deitaste, hastes de barraca em profusão de cuidados...
Malhados os sóis, os nós, os pós-encontros, feitos de luz e sombras incautas. Rebuscadas.
Porque es cerrado. Es o seco dos caminhos esparsados. Vossos. Teus. Nossos.
Que não sei se percebes ou não.
segunda-feira, 19 de junho de 2017
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