terça-feira, 27 de abril de 2010
domingo, 25 de abril de 2010
Parkour: evoluções
O que já sei até hoje:
- fazer precisão de lugares pequenos, de certa altura;
- começando a fazer reverse de lugares mais baixos;
- estrela;
- começando a aprender rolamento;
- escalar lugares mais baixos - mais ou menos da minha altura;
- fazer tic-tacs simples;
- fazer 1 vez hang-stang (por menos de um segundo antes de gritar, soltar os braços e cair com o corpo todo no chão);
- chutar XD;
- começando a entender a lógica do underbar.
O que gostaria de fazer nas próximas vezes:
- monkey;
- escalar lugares mais altos - principalmente o muro da pracinha da rodoviária;
- aprender rolamento;
- fazer reverse no murinho da pracinha da Dias da Cruz;
- treinar mais tic-tac;
- treinar mais underbar;
- fazer precisão nas mesinhas da pracinha da rodoviária;
- fazer precisão das mesinhas pro murinho da pracinha da Dias da Cruz;
- pular mais alto ;).
domingo, 11 de abril de 2010
Sem medo
Sabe, de repente começo a perder o medo de críticas e de bombas ao meu redor... Sempre me escondi de mim mesma... Mas se somos feitos do mesmo pó, porque ter medo de enxergar-se se estamos todos no mesmo barco? A partir disso, o ato de se esconder perde o sentido, pois não há nada em mim tão terrivelmente ruim e diferente de todos os outros. Batendo de frente com a vida e com os meus defeitos, posso enfim tentar curá-los e assim me curar. Mas se me esconder de tudo e de todos formando algo que não sou eu, nada muda. Não vou lançar a flecha. Não vou acertar de qualquer modo. Se não salto não sei se vou cair. Não sei se vou voar. Minhas realidades servem de apoio pra mim mesma. O que não vejo não posso modificar...
"O que não me mata me fortalece..."
Si vis amaria, ama
É uma frase de Sêneca que significa: "se quiser ser amado, ama". Penso nessa frase e no texto que acabei de ler como um aprendizado para a minha vida. Para me sentir amada, necessito amar. Errado é aquele que espera o amor do outro, pedindo algo em troca, ou que dá esperando recompensa e somente a recompensa do ato. Estes perdem a mágica mais maravilhosa da vida, que é o oferecer... O oferecer como um fim em si mesmo, o dar tendo como fim o próprio ato, a própria ação infinita de oferecer amor.
Eu comecei tudo te amando. Dando o amor que estava em mim de forma descompromissada. E assim você foi se abrindo, como uma rosa, e me amou também. Se não fosse pela minha atitude inicial de amor, nada teria acontecido. E com o tempo, fui dando meu amor, oferecendo-o a partir do brilho dos meus olhos, dos meus ouvidos, da minha atenção. Sei que ainda estou aprendendo. Mas já sei o que não é o certo.
O certo não é oferecer com o intuito de receber. O certo não é produzir um relacionamento baseado na dependência do outro. As pessoas podem ser opostas, porém são complementos: uma ajuda a outra a evoluir. Podemos muitas vezes precisar do outro num momento de dificuldade ou como uma ajuda no nosso longo caminho vida afora. Mas isso não significa que devamos depender do outro. Apagar-se em nome do outro. Agir como se o outro devesse assumir nosso emocional. Isso só destrói coisas belas...
Às vezes não sabemos o por quê. Mas nos apagamos, deixamos de brilhar e de ser inteiros... Aí nos apoiamos de forma doentia em quem nos ama, e o desgastamos. E nos desgastamos. Precisamos estar inteiros, com o brilho nos olhos para podermos dá-lo ao outro. Somente assim o amor flui. Acontece. Passa a ser natural, íntegro. Não uma exigência, uma obrigação imposta. Mas algo que surge no peito, na alma da gente, na maior paz possível.
É daí que vem a nossa paz. É dessa energia que flui, que surge e que nos arrebata. A plenitude que vem de um ato que nós mesmos provocamos.
De mãos dadas
...E você me envolveu com uma ternura tão grande que eu me senti segura outra vez... Era um dia que tinha tudo pra dar errado no final, eu com o meu nervosismo à flor da pele, quase explodi em você todas as coisas que eu não tive coragem de fazer. E você ali, como sempre solícito pra me ouvir e me atender... Pode ter sido um gesto pequeno, ainda um pouco desajeitado, mas dessa vez e especialmente dessa vez eu, em vez de explodir em mil pedaços sem sentido, resolvi me abrir. Eu com a minha carência exasperada e medo imenso de qualquer palavra falada, resolvi dizer com a humildade dos justos o que me incomodava naquele dia e nos últimos dias. E nos últimos sentimentos. E você me ouviu. E mais uma vez me envolveu e mais uma vez me ensinou a te envolver. A te ninar quando algo dá errado. E me fez enxergar o que estava me incomodando, o que estava me ferindo naquele momento. Você me fez ainda com que eu me enxergasse de novo, quando, a partir da minha pergunta "O que você viu em mim, por que você me escolheu?", a transformou em porta de contanto comigo mesma. E me fez ver outra vez o meu melhor lado... E para além de enxergar outra vez o meu melhor lado, voltei a enxergar o quanto você é especial na minha vida, e o quanto eu sei que sou especial na sua.
Obrigada :), pelo seu amor imenso, pelas suas palavras confortadoras, pelo seu olhar cheio de ternura. Obrigada pela sua inocência, pela sua pureza ao lidar com o mundo, pela sua vida em comunhão com a minha. Obrigada por estar construindo em mim sempre uma pessoa melhor. Pra viver melhor com você.
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Mulheres de papel - III
Não há o que escrever. Pois não há o que cobrar. O único que posso crer é no meu amor, é no seu amor, é na nossa história. Nada além. Se há algo além está além de nós. E o que está além de nós não nos pertence...
E vamos a textos mais nobres.
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