
Atravesso as tuas frestas,
vejo e ignoro teus olhos
pedindo festa.
E agora, o que me resta?
Me embrenhar e me esconder em tuas arestas
Em teu jeito ácido, plácido de ver as coisas que passam, que
se embaçam no farfalhar dos teus gestos.
Da suavidade a que me presto.
Dos sentidos aos quais que me entrego com gosto,
Gosto do teu rosto
Do teu gozo oculto pela luz da penumbra que me arrasta.
Me entrego à tua entrega indecorosa
Ao teu sentido, teus sentidos que me sentem radiosa.
E assim passo, celebro a festa
Abro caminho entre o que resta
E me engano e amo e estabeleço
A luz que me contesta.
vejo e ignoro teus olhos
pedindo festa.
E agora, o que me resta?
Me embrenhar e me esconder em tuas arestas
Em teu jeito ácido, plácido de ver as coisas que passam, que
se embaçam no farfalhar dos teus gestos.
Da suavidade a que me presto.
Dos sentidos aos quais que me entrego com gosto,
Gosto do teu rosto
Do teu gozo oculto pela luz da penumbra que me arrasta.
Me entrego à tua entrega indecorosa
Ao teu sentido, teus sentidos que me sentem radiosa.
E assim passo, celebro a festa
Abro caminho entre o que resta
E me engano e amo e estabeleço
A luz que me contesta.

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